quinta-feira, 31 de março de 2011

Auspiciosa.

E quer saber? Estou feliz, feliz, alegrinha da vida. Sabe por quê? Porque terça foi mara, ontem foi massa e hoje foi ótemo! E amanhã? Ahh, amanhã será ainda melhor, sabe por quê? Porque amanhã é sexta, véspera de sábado! E sábado.... é sábado. Rá!

Antevejo uma manhã engraçada com minhas amigas do trabalho, uma muqueca de camarão na Cabana da Celi, quarenta minutos na esteira e mais 30 no transport pra queimar o almoço e uma skol estupidamente gelada pra abrir os trabalhos após a academia (não sou de ferro!).

Bom, essa é a minha previsão, mas informo (a quem interessar possa) que minha agenda é mutante e aceito convites irrecusáveis. E ainda não é primeiro de abril! kkkkkk.

;-)

Sem título...

Ai, ai, ai... Muita coisa pra dizer, mas sem poder postar aqui. Fazer o quê?

quarta-feira, 30 de março de 2011

Um cinema só para mim!

Ontem cabulei a academia. Precisava de um tempo para ficar à sós comigo. Saí dirigindo no automático, sem me aborrecer com os engarrafamentos. Estava feliz. Ultimamente ando que nem "pinto no lixo", minha dopamina anda em alta. Até a TPM se lenhou comigo este mês. Enxaqueca foi pros Andes criar ovelhas! Confesso que tive uma ou outra dor de cabeça, mas aquela enxaqueca renitente, essa foi riscada da minha lista negra. Então resolvi ir ao cinema. Fui dirigindo pela Orla e me deparei no Aeroclube. Mas aconteceram dois fatos inusitados:
  1. Escolhi o filme pelo horário, ou seja, pedi a atendente o ingresso do filme do horário mais próximo e só depois fui ver a sinopse (ainda continuo meio trololó);
  2. Entrei na sala do cinema e tharãmmmmm: não havia NINGUÉM na sala!
Isso mesmo. Parece até que o universo ouviu meu pedido: “Não queria ficar à sós com você mesma? Tome aí!”
Rí sozinha com meu saco de pipoca e fui me acomodar na última fila. Bom, não havia portas no fundo da sala, portanto, não sairia ninguém atrás de mim, imaginei. Pensei mil coisas em fração de segundos  mas, com minha síndrome de Pollyanna, conclui:
- Um cinema só pra mim! Obaaaaaaa!! Essa vai ficar na história!
Daí tive a ideia de ligar pra Beyoncé. Queria dividir minha peripécia. Ela bradou do outro lado da linha:
- Tu vai ser estuprada mulher, saí já daí! (Tóin)
O medo me acometeu. Lembrei do filme Pânico, que o mascarado matava uma mulher na plateia. Daí resolvi sentar no meio do cinema, enquanto avaliava se ia embora ou se ficava. Foi quando surgiu um casal (homossexual) e um deles gritou da porta da sala:
- Nossa! Não tem ninguém aqui!
- Tem sim! Gritei de cá. Venham, vamos sentar lá em cima! O cinema é nosso! Tá tudo dominado! Iuhuuuuu!!!
Virou festa. Sabe como é gay, não é? Educadíssimos e com senso de humor apurado, os dois caíram na gargalhada e eu tratei de fazer logo a coligação. Os belos pareciam que iam acampar. Traziam uma sacola de guloseimas e a cada cena degustavam algo diferente. E me ofereciam o que é pior, rs. Resisti bravamente aos salgadinhos, chocolates, pãezinhos de queijo, etecetera e etecetera. O filme começou e ficamos lá trocando figurinhas. Foi perfeito! Acho que eles me respeitaram, pois eu estava de vela, rs. Ficaram super comportadinhos (tibunitinho). Tive realmente a impressão de um cinema todinho para mim. Sem barulho, temperatura agradável. A cara da riqueza!

Ganhei minha terça-feira e voltei pra casa feliz. Sou uma menina contente. Coisa simples me diverte. Eu me amo!

terça-feira, 29 de março de 2011

Fragmentos de uma noite perfeita...

“Ela elaborava minuciosamente na sua cabeça o encontro. Ansiava por aquele momento. A sensação que adveio, tomou conta dela por completo. Havia uma miscelânea de sensações, que aos poucos foram se tornando menos difusas. Extasiado, ele a questionava como era possível (ela fazer) cada vez ser ainda melhor. Ela imaginara o mesmo em relação a ele. E juntos, avaliavam quais os elementos formavam uma noite perfeita e ali mesmo estava a resposta: o que eles haviam acabado de vivenciar...”

segunda-feira, 28 de março de 2011

Tempos e Verbos.

“Conversavam amenidades. Em determinados momentos conversavam assuntos sérios. Alternavam entre coisas simples e coisas difíceis de serem resolvidas. Talvez aqueles assuntos sérios nem tivessem solução. Mas conversavam e se beijavam. Apreciavam a companhia um do outro. Completavam-se harmoniosamente como o pão e a manteiga, o café com o leite, o queijo e a goiabada. Naquele instante desejavam que o tempo parasse. Não se lembravam do mundo lá fora. O mundo já não existia. Cada minuto que passava, descobriam mais afinidades e tinham ainda mais medo. Oscilavam do Rock ao MPB e estavam radiantes! Lembravam do passado, de como haviam se conhecido e questionavam o destino que os tivera colocado lado a lado, face a face. O passado havia sido perfeito na medida exata de sua imperfeição. Discutiram então o passado. Ora, qual teria sido o objetivo do destino? Não tinham respostas. Retornaram então ao presente. Discutiram os verbos. Recordaram a época de escola e de quão difícil era assimilar o tempo dos verbos. Não teriam assimilado. Não conseguiam conjugar nenhum verbo no pretérito mais-que-perfeito (teriam mesmo conhecido pretérito mais-que-perfeito?), nem sequer lembravam com certeza o que significava o gerúndio, o particípio, o infinitivo; ou o indicativo, o subjuntivo e o imperativo. Sorriram. Sorriam feito crianças!

Decidiram por conjugar um verbo no presente do indicativo. Ahh, esse é fácil! O presente! Seria assim tão fácil? Ah, o presente! Este sim é inexorável. O faziam tomar consciência de seus atos. Qualquer fração que o aplicavam a reflexões sobre ele, fosse um ato praticado ou palavra pronunciada, em questão de segundos já seria parte do passado. Um passado sólido e inalterável.

Não há tempo verbal mais injustiçado que o presente. Sua existência é algo abstrato. Dele dependerá o passado (aquele inalterável). Já o futuro, este é incerto. Conjugar o verbo no futuro é um tanto quanto um projeto audacioso. O futuro (do presente), nada mais é do que o pretérito (perfeito ou imperfeito) que se espera ter.

E esse, eles dificilmente tinham controle.”

domingo, 27 de março de 2011

Adendo ao domingo (também com licença poética).

"Eu vou contar pra todo mundo, eu vou pichar a sua rua,
Vou abrir minha porta de noite completamente nua,
Quem sabe então assim, você repara em mim..."

Domingo.


"Saudade com vista para o mar."

sábado, 26 de março de 2011

Licença Poética para pessoas inteligentes.

Hoje, respeitosamente, pedirei licença a Paulinho da Viola para fazer uma breve substituição na letra dessa belíssima canção (Para ver as meninas) que serviu-me esta tarde como trilha sonora,  na  voz de Marisa Monte.


"Silêncio por favor
Enquanto esqueço um pouco
a dor no peito
Não diga nada
sobre meus defeitos
Eu não me lembro mais
quem me deixou assim
Hoje eu quero apenas
Uma pausa de mil compassos
Para ver as meninas
E nada mais nos braços
Só este amor
assim descontraído
Quem sabe de tudo não fale
Quem não sabe nada se cale
Se for preciso eu repito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito
Porque hoje eu vou fazer
Ao meu jeito eu vou fazer
Um samba sobre o infinito"


Onde se lê: As meninas; Leia-se: A menina.


Onde se lê: Um samba; Leia-se: Amor.

Tempos Modernos.

"Hoje o tempo voa amor
Escorre pelas mãos
Mesmo sem se sentir
E não há tempo
Que volte amor
Vamos viver tudo
Que há prá viver
Vamos nos permitir..."

Só pra que fique registrado.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Porque comentários moderados.

Amiga minha questionou o por que dela ter postado um comentário e não ter aparecido no post. Porque ativei a moderação, oras!
Não foi por causa do comentário dos amigos of course, mas por causa da quantidade de comentários que tenho recebido de pessoas desconhecidas. Não significa que rejeito visitas de desconhecidos, não é isso. Aliás, isso não faria nenhum sentido, senão, pra que um blog? A moderação também não é por medo de críticas. As críticas não me amedrontam, ao contrário, me fazem crescer. E felizmente, não tenho recebido comentários deselegantes nem maldosos mas blogueira inteligente que sou, constatei algo: alguns donos de blogs ficam pesquisando na internet e acabam entrando em alguns blogs, deixando comentários bobinhos ou aparentemente despretensiosos, mas “altamente pretenciosos”. Eles sabem que quando alguém desconhecido visita nosso blog, acabamos (por curiosidade) procurando ver de quem se trata. Daí acabamos conhecendo seus trabalhos ou seus blogs e com isso, eles acham que vão conseguir (e até conseguem) comentários de agradecimento ou quem sabe até, possíveis seguidores.
Não costumo divulgar o blog e nem me preocupo com estatísticas, mas com a sua qualidade. Geralmente quem o acessa são meus familiares, meus amigos do trabalho, antigos colegas da faculdade, pessoas que vou conhecendo no dia-a-dia ou algum amigo do amigo, que por indicação, acabou conhecendo o vaientrandoquetemvaga, gostou e começou a seguir. A minha pretensão inicial era somente essa (antes de virar uma blogstar, lógico, rs): escrever pra prole, pros amigos e criar um espaço descontraído que não se perdesse com o tempo. Não imaginava a proporção que isso ia tomar. Atualmente, tenho cerca de 30 a 40 visitas por dia (e já é muito, pra uma reles mortal) e embora fique muitíssimo feliz quando eu ganho um novo seguidor, não é a quantidade de seguidores que mais me agrada. Gosto quando os amigos elogiam, ficam felizes, sorriem com as estórias. Gosto de despertar opiniões, debates. Fico feliz quando os posts são o assunto nas reuniões do almoço, da roda de final de semana no clube, na casa de minha tia... não sou “eu” o assunto, mas o assunto que acaba tornando-se parte de mim. Não fiz o blog pensando em concorrer com outros blogs, nem em ganhar dinheiro com ele (quem sabe um dia?), nem em fazer propagandas, nada disso. Pelo menos, não no momento, mas não sei bem o que será de mim, quando estiver no Programa do Jô, no Mais Você com Ana Maria Braga ou no Altas Horas (quáquáquá).
Portanto essas visitas de troca não me interessam. Só leio o que gosto e nem adianta postarem comentário esperando visitas de retorno, que não é meu perfil. Aliás, excluo todos. Não me visitem esperando que eu seja seguidora nem que vá fazer número em qualquer lugar. Isso realmente não irá funcionar comigo.
Não sou jornalista, nem tenho livros publicados, sequer fiz faculdade de comunicação, mas sou curiosa, leio clássicos, me esmero. Nem por isso serei (tão somente) espectadora, sou a notícia.
Simples assim. ;-)

quinta-feira, 24 de março de 2011

Meio trololó.

É grave a crise. Há meses que estou até mais light, mas há mês que o bicho pega e não consigo gerir meu tempo.

Semana passada, recebi um e-mail de Mestre dos Magos que falava mais ou menos disso. Ele escreveu: "Pra você que tenta salvar o mundo"... anexo, um texto de Danuza Leão (meio feminista) que abordava a difícil tarefa das mulheres em administrar o tempo entre funções domésticas, trabalho, maternidade e ainda agradar seus respectivos. Engraçado é que ainda conseguimos a façanha de darmos conta de tudo isso (de ousada que somos, rs). Mas claro que alguma tarefa sempre sai prejudicada. Não podemos ser boas em tudo. É daí que surgem as prioridades. Mas como definir as prioridades?

Atualmente, minha prioridade tem sido eu. Tenho me amado como nunca. Tenho feito minha comidinha, meu lanchinho, tenho orado, procurado dormir cedo, tentado fugir de problemas e de gente chata. Tenho corrido léguas de pessoas melindrosas e, gente mau humorada, passo longe! Ainda tenho procurado falar menos. Percebi que nem sempre as coisas são como parecem. Muitas vezes fazemos um comentário com alguém, achando que aquilo vai ser bom, que a pessoa vai comungar com nossa felicidade, mas é exatamente o contrário. A felicidade às vezes incomoda e temos que ser egoístas curtindo nossa felicidade sozinhos. É. O mundo é estranho. As pessoas são estranhas. Fazer o que?

O fato é que muita gente cobiça o que é do outro. Morar sozinho, por exemplo. Sempre ouço alguém dizer que daria tudo para estar no meu lugar. Mas, pouca gente sabe a odisseia de morar sozinho. Pouca gente sabe o que é sentir uma dor no meio da noite, ou ter febre num final de semana. Ou ainda fazer feira, pagar contas, cozinhar, lavar e passar sua própria roupa, limpar casa, trocar o maldito garrafão de água, trocar resistência de chuveiro...essas coisas. Hoje mesmo, aconteceu algo inusitado comigo. Notem o título desse post: "Meio trololó". É isso mesmo. Já vai saber porque o escolhi. É que de fato, estou meio trololó. Lesada, sei lá. Pode ter sido o sol na moleira do domingo. Ou excesso de felicidade. Me deixou meio indolente. Bom, mas deixa eu relatar o que aconteceu comigo hoje. "Ontem cheguei da academia "elétrica" e não encontrava sono. Daí, como tinha que dar aula hoje cedo, tomei um dramin. Uma técnica milenar japonesa adotada por minha pessoa, rs. Mas tomei o comprimido já tarde e daí acordei lerda, lerda. Tomei banho e custei a despertar. Coloquei o leite pra aquecer no microondas e o pão para esquentar na torradeira, enquanto tomava banho. A essa altura, a prancha de cabelo esquentava noutra tomada. A trilha sonora de hoje foi "Diante do Trono", músicas para louvar, para dar uma amenizada no troço. Ainda enrolada na toalha, puxei a tomada da torradeira e o microondas apitava. Troquei de roupa, escovei os cabelos e fui sorvendo café, enquanto tirava as vasilhas com o almoço da geladeira. Arrumei a sacola da academia, a sacola do almoço com as frutinhas, suco e o iogurte e depois fui apanhar o lixo. Coloquei-o do lado de fora, lavei as mãos (pela milésima vez) e saí apagando as luzes (a casa parecia "festa de largo", tudo aceso) e conferindo as tomadas. Por último, peguei as sacolas, desliguei o DVD e saí na carreira, tentando segurar os sacos de lixo na pontinha dos dedos. Ah! Esqueci de mencionar o guarda-chuva. O bendito não podia deixar de ir. Coloquei a bolsa no teto do carro enquanto abria a porta, acomodava as sacolas e ajeitava o lixo no piso. Detalhe: arrastei o carro (com a bolsa sobre o teto) e me mandei pro trabalho. Ainda parei pra jogar o lixo fora e parti feliz, ouvindo "Os Paralamas do Sucesso". Quando chego na porta do trabalho, cadê a bolsa??? Senti um frio na barriga, uma tontura, misturada com uma vontade de vomitar, uma agonia..., lembrei que os alunos já deveriam estar indo pra sala e não dava tempo voltar em casa e chegar no horário. Deixei a bolsa pra lá. Melhor perder a bolsa, que o emprego. Subi feito louca e encontrei Beyoncé: 
- Que cara é essa, Cleo? Lenda já desceu com a lista e foi receber os alunos.
- É isso não, amiga. É que perdi minha bolsa. (Oi?)


Expliquei o episódio e pedi que ela aplicasse o questionário de revisão com a turma, enquanto eu voava até em casa na captura da bolsa. No caminho, lembrava de meus documentos, do meu "Pen Drive" e lembrei mais uma vez de Mestre dos Magos. Outro dia, brincando ele me dizia que o seu Pen Drive, era sua vida. O meu tambéééémmm!! Buáááá!!! Daí lembrei de meu Ray Ban ($$$$$). Quinhentos conto. Como dizia Piaba, só vinha uma mão na minha cabeça: se fud..., se fud...
Cheguei em menos de dez minutos em casa e quando estacionei o carro, meu vizinho me gritou:
- Vizinha, aqui sua bolsa! Que maluquice é essa, mulher? Ainda te gritei! Tome cuidado dá próxima vez. Será que amanhã esqueço a cabeça em casa??? Hum???"
***
Por sorte, meu vizinho estava na porta de casa pintando um móvel, aproveitando o sol que apareceu hoje no céu soteropolitano. UUUUfa! É a máxima do "pedi e obtereis". Certamente, minhas orações matinais surtiram efeito antecipado. Cheguei na sala e os alunos respondiam tranquilamente o questionário. Melhor que isso foi o curso: foi um sucesso e todos ficaram satisfeitos!


Pai, muitíssimo obrigada!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Mudanças...

A rapadura é doce mas não é mole não! É só isso que tenho a declarar hoje!

Como dizia Marisa Monte: "...quando eu cheguei tudo, tudo, tudo estava virado, apenas viro me viro, mais eu mesma, viro os olhinhos..."

Por falar em Marisa Monte, vou assistir DVD novo que me presenteei ontem e conversar amenidades no MSN. Depois vou dar uma bisoiada no material da aula de amanhã.

See you tomorrow! ;-)

Divã.

Confesso. Estou só o bocal. Saí as oito da manhã e estou chegando em casa agora (22 horas). Estou só o pó!

Hoje dei aula o dia todo. Passei o dia inteiro praticamente em pé e estou exausta. Acho que ainda não me recuperei do trabalho do carnaval. Saí do curso e ainda peguei o maior engarrafamento até a Garibaldi. Finalmente criei coragem e marquei consulta numa clínica especializada para tratamento da obesidade. Foi indicação de Suzana, amiga minha do trabalho (obrigada Su pela força!). Ela fez cirugia e está feliz da vida. Me recomendou a clínica, me deu cartãozinho e me explicou os procedimentos. A primeira consulta na realidade é uma palestra, ministrada pelo médico cirurgião responsável, para pacientes e seus acompanhantes (o paciente poderá levar uma pessoa, caso resolva fugir, rs). Depois disso dá-se início ao tratamento, explicou didaticamente minha amiga Suzana e ratificou em seguida a atendente da clínica, por telefone.

Havia marcado de ir com minha amiga Beyoncé, mas ela correu do pau. Brincadeirinha Beyoncé... hoje é aniversário de casamento da bonita, por isso em vez de ir à clínica, ela deve ter ido no "Fogo de Chão" adquirir mais umas calorias. Jogue duro amiga!!!

Bem, voltemos a minha incursão ao médico... cheguei com facilidade na clínica, exceto pelo engarrafamento. As referências de Suzana foram "batata" e não tive dificuldade em encontrar o prédio. O manobrista parou o carro e eu me senti a própria. "Pôxa, manobistra e as porra!" Coisa de baiano, né? Mas foi assim mesmo que pensei. Entrei, entreguei o cartãozinho do "pranservi" e sentei pra aguardar. Inevitável os olhares; meus em direção as pessoas em volta e das pessoas em volta em minha direção. Fiquei em silêncio observando. Havia pessoas MUITO gordas, outras nem tanto. Alguns conversavam como se já se conhecessem. Foi quando constatei que realmente havia pessoas que se conheciam. Duas mulheres conversavam sobre a cirurgia bariátrica e uma delas explicava que já havia emagrecido 45 quilos. Foi quando percebi que, quem estava alí e não era gordo, teria sido gordo um dia. Me deu um certo alívio no coração pois eu não estava tão discrepante das demais. Comecei a me encontrar. Daí, um homem que chegou em seguida teceu o seguinte comentário:
- Aqui tem até manobrista pra facilitar a vida dos gordos! Já pensou a suadeira da gente pra manobrar o carro num estacionamento apertado desse? (Oi?)

Seria mesmo esse o objetivo da clínica em contratar um manobrista? Me pus a pensar. Até que a atendente me chamou e me encaminhou para a sala de reunião. Entrei na sala e havia apenas uma cadeira vazia me esperando. Todas as outras cadeiras estavam ocupadas a maioria por gordinhos tamanho "GG". É, no meio da sala, eu era uma gordinha tamanho "P" e por um momento me senti estranha. Os gordinhos e gordinhas me olhavam e uma moça chegou a perguntar quanto eu pesava. Em seguida ela comentou:
- Queria ter um corpo lindo assim que nem o seu! (Tóin)

Não sabia se ficava feliz ou triste. Estava confusa. Entrou um rapaz com a farda da clínica, distribuiu umas pranchetas com um questionário minucioso e umas canetas. Em seguida foi chamando o nome das pessoas da lista, pedindo para que tirássemos os sapatos e fóssemos pra forca, digo, pra balança. Não vou mencionar aqui o meu peso para não desapontá-los (quáquáquá), porém insinuo que após a pesagem (parece coisa de gado, né? pe-sa-gem... nominho feio...) conclui que estava no lugar certo. O rapaz ainda nos mediu e anotou tudo na ficha. Depois disso a fisioterapeuta entrou na sala, cumprimentou a todos e perguntou quem estava alí por causa da bariátrica. A maioria levantou as mãos e então ela perguntou quem sentia dores na coluna ou na região lombar. Eu, coitada, que me virava de um lado pro outro procurando uma posição menos dolorosa pra minha dor nas costas, levantei timidamente a mão. Preenchemos mais um questionário que depois o rapazinho passou para recolher. E demorou. E eu já estava com fome. E já tava ficando nervosa. E já queria matar gente. Até que a atendente veio nos tapear dizendo que o médico estava um pouquinho atrasado, mas estava a caminho (detalhe, um pouquinho era coisa de uma hora de relógio, cara de pau da atendente, picálámão). Até que um gordinho (tamanho GG) sugeriu uma pizza. (Oi?) Disse que era a "nossa despedida do mundo dos gordos"... gargalhada geral. Não vou mentir que naquela altura, valia qualquer coisa. Tinha almoçado ao meio-dia metade da minha "maumita" e tava sem comer até uma hora daquela: sete e cachorro lascou a boca! Qualquer Mc'Donald me divertia. Bom, mas não ia ser simples assim. Fechando a boca o médico entrou na sala. "Só um minutinho!" Disse ele saíndo novamente da sala.
- Mais um minutinho? Bradou o gordo da pizza tamanho GG.

Olha meu povo... pense num monte de gente gorda reunida, com fome, dentro de uma salinha pequena esperando pra falar da coisa que gordo não suporta: dieta+atividade física X comida+sedentarismo? Era a visão do inferno!!! Eu já procurava uma porta de emergência para sair à Francesa. Eis que o médico entra e fecha a porta da sala. Pronto! Agora já era! Ele coloca uns envelopes na mesa e eu com meu olho biônico, enxergo logo o meu nome no envelope de CIMA. "Jesus, me abana!"

Coração batendo que nem zabumba, o médico começa a falar. Ele começa explicando todos os problemas gerados pelo sobrepeso, pela obesidade, os tipos de obesidade e suas causas. Disse que a obesidade é uma doença e que como tal, deve ser tratada. Explicou sobre a cirurgia de redução do estômago, suas consequências e o perfil necessário para o paciente que deseja ou necessita fazer a cirurgia. Citou os procedimentos pré e pós-cirúrgicos e mencionou as dificuldades e preconceitos sofridos pelos obesos e sobre o estilo de vida das pessoas que sofrem com o excesso de peso. Mas o que mais me chamou a atenção foi quando ele falou que não há tratamento eficaz pra obesidade. Ele disse que dificilmente uma pessoa com tendência a obesidade consegue emagrecer e manter o peso por mais de um ano. Isso caiu como um tsunami na minha cabeça. Sabia que já havia tentado várias dietas e tudo o que eu queria ouvir era uma palavra de incentivo. Na realidade queria ouvir o seguinte:
- "Se você quer emagrecer e nunca mais engordar sem precisar de cirurgia, nos lhe ensinamos como!"

Sim. Queria ouvir isso, e daí? Você que é magro pode criticar. Fique quase trinta quilos a mais de seu peso e depois me procure! Ah tá! Humpf...

Deixando a malcriação de lado, vamos retomar o raciocínio... bom, acontece que ele abriu espaço pra perguntas e daí é que foi coisa. Cada pergunta que só Deus na frente da causa! Criei coragem e perguntei também. - Olha doutor, já tive numa clínica de obesidade. Fui orientada a procurar um endocrinologista, procurei, fiz todos os exames e isso faz um ano. Não engordei, mas também não emagreci. Minha família por parte de pai é quase toda obesa e algumas tias, inclusive, já fizeram redução de estômago. Minha irmã é diabética, meu pai hipertenso e eu ansiosa. Depois do que o senhor falou sobre "não existir tratamento eficaz para obesidade" fiquei preocupada. Quer dizer que estou confinada a ser gorda e meu futuro é uma cirurgia? (Oi?)

Todos pararam, olharam para o médico, que ficou meio atônito sem resposta. Titubeou e respondeu "coisa com coisa". Mas tudo bem. Estava determinada a mudar meus hábitos naquele momento. Se tivesse que passar o resto da vida comendo folha, viraria herbívora. Tava determinada. Pois é. Gorda eu não morro! Gordinha, talvez. Mas gorda GG jamé-jamó-jamais!!! Questão de honra. Serei a exceção! Profetizei.

Ato contínuo, o doutor começou então a abrir os envelopes. "Ai, meu Deus, que é que ele vai fazer agora?" Pensei.
- Cleane Miranda...ele chamou.
- Aqui. Levantei a mão.
- Seu IMC (índice de massa corporal) está abaixo do exigido para cirurgia. Você pode procurar agendar com uma nutricionista para marcar uma avaliação... Sr. fulano da Silva...42 de IMC. Está aqui sua lista de exames. Nos encontraremos na próxima reunião, tal dia, tal hora... Sra. fulana de Souza... 37 de IMC. Está aqui sua lista de exames. Nos encontraremos também na reunião com a equipe...

E desse jeito ele foi chamando um a um, até que restou o último envelope. Detalhe: eu era a única gordinha tamanho "P", quase magra da sala. Imagine? Só EU não estava na margem de ir para a mesa de cirurgia. Me senti uma Miss. Mentirinha. Na realidade fiquei meio constrangida. Mas de certa forma foi bom, pois cada um sabe onde seu sapato aperta. Embora todos estivessem muito mais acima do peso que eu, isso não me deixou feliz. Fiquei triste por saber que minha jornada é longa e que possivemente algumas daquelas pessoas estariam mais magras do que eu, em muito menos tempo. Não foi inveja, juro. Não gostaria de me submeter a uma cirurgia nem por decreto. Mas o fato é que emagrecer é uma luta constante e sei que a solução é mesmo virar herbívora. Humpf...

Tudo bem. Por enquanto citarei o mantra de "Os Barões": ...é gordinha, mas é gostosa! É gordinha, mas é gostosa...

Quáquáquáquáquá. Perco o amigo, mas não perco a piada! Vou é dormir, que já é quarta.

segunda-feira, 21 de março de 2011

Então é OUTONO.

E ele começou da melhor e mais maravilhosa maneira possível!

O "Projeto Verão 2011" foi pro beleléu. Foi sabotado pelo tempo. Aliás não me lembro de ter vivenciado um verão tão fraquinho como esse. Tem nada não. O outono promete.

E por falar nisso, hoje é o marco do "Projeto Outono 2011". Só pra que fique registrado.

Tolerância zero.

Quando não é uma coisa, é outra. Eu devo mesmo ter colado chiclete no cabelo de Jesus.

Acabei de constatar que minha máquina de lavar roupas pifou. A infeliz não quer ligar por nada. Bateu pino! Pediu menos! Injuriada, lavei as roupas na lavanderia mesmo e parti pro banho. Do chuveiro, estou ouvindo o JN, quando William Bonner me saiu com essa:
- Não sei quantas pessoas (não, ele não falou isso, eu é que não me lembro a quantidade de pessoas que ele citou) terão que provar para o INSS que estão vivas... (Oi?)

É. Difícil seria elas provarem estar mortas! Conclui. Humpf...

Deve ser ó-deo pela minha finada máquina de lavar roupas.

domingo, 20 de março de 2011

E por falar em Batman...

E por falar em capa do Batman, lembrei de um episódio que aconteceu na sexta no trabalho. Estava com minha amigas Lenda e Beyoncé conversando amenidades no final do expediente, quando comentei minha felicidade por ser sexta-feira, pois eu estava como costumo dizer, a “capa do Batman”, quando Lenda saiu com a seguinte:
- Cleo, falando em Batman, lembrei de você com uma piada que meu marido me contou esta semana. Não sei bem contar piada, mas foi mais ou menos assim... “uma freira passava por uma rua escura, quando percebeu que estava sendo seguida por um homem. Logo, ela começou a correr e o homem começou a correr atrás dela até que a alcançou. Ele começou a agredi-la dando-lhe chutes, socos, a sacudindo um lado para o outro. Quando ele já estava cansado de bater na freira e ela, sem reação, já estava toda espatifada no chão, o homem bradou: ESPERAVA MAIS DE VOCÊ, BATMAN!(Oi?)
Mais engraçado mesmo foi a cara de Beyoncé, que não entendeu bulhufas da piada. (quáquáquá)
Sábado no aniversário ainda ríamos. Tivemos que desenhar e decifrar a piada para Beyoncé:
- Amiga, tu vai pro blog! Retumbei.
Gargalhada geral, off course!

Feliz que nem pinto no lixo!

Só pra que fique registrado.

Adendo ao roteiro de pista:

Como costumo dizer, o imprevisto não pede vaga em agenda.
Domingo (manhã): não ter hora pra acordar e ir direto ao clube.
Domingo (final de tarde): sair correndo do clube e ir direto pra Disneylândia.
Domingo (noite): capa do Batman!
Ai, ai. Não disse que a vida é bela e que não sou mulher de passar vontade?!

sábado, 19 de março de 2011

Roteiro de pista:

Sábado (manhã): Soninho, cabelo e unhas.
Sábado (meio-dia): Aniversário de minha amiga "Lenda" (A cara da riqueza),
Sábado (momento atual): Jiboiar no sofá vendo a lua pela janela e assistindo um filminho (Federal - nacional).
Sábado (noite): Banda Spectro (iuhuuuuu) no Groove Bar (so-zi-nha e Deus, se o tempo permitir).
***
Domingo (manhã): Não ter hora pra acordar.
Domingo (tarde): Caminhada na Orla (também se o tempo permitir).
Domingo (noite): Relaxar.

Nota da autora: Agenda sujeita a alterações no decorrer do período.

sexta-feira, 18 de março de 2011

Não, não. Não acordei normal!

Continuo no mesmo ritmo. Hoje levei suco de abacaxi, maçã e almoço feito por minhas delicadas mãozinhas para saborear no trabalho. O menu foi: Frango com legumes, macarrãozinho parafuso com molho caseiro e salada com beterraba cozida.

Agora vou aproveitar o friozinho que está fazendo e assitir um filminho (O Turista, com Johnny Depp e Angelina Jolie) enroladinha nos lençóis. Mais tarde tomarei uma sopinha de verduras e vou ler um pouco, pois amanhã é sábado (quanta alegria) e não preciso acordar "sete horas da madrugada".

Ai, ai. A vida é bela!

quinta-feira, 17 de março de 2011

Biruta.

Estou ficando biruta. Limpei a casa inteira hoje novamente. Já havia limpado ontem.

Aliás ultimamente tenho cozinhado, feito bolos, sopas, sobremesas. Acho que é sério! Será que tem cura?

Vou dormir. Amanhã posso acordar normal. Humpf.

Quero não, minha educação permite não, quero não...

Prometi que escreveria sobre o que aprendi no Centro ontem. Contudo assumo a minha incapacidade para essa façanha, embora esteja bastante empenhada.
Foi muita coisa que ouvi. Um acúmulo de informações que embaralhou a minha mente. Por certo, posso descrever o que mais me chamou a atenção: a expressão das pessoas; as suas reações diante da leitura do evangelho e os constantes sorrisos e entreolhares com expressões de surpresa ao se depararem com qualquer semelhança diante do exposto na palestra.
O tema escolhido foi “A contemporaneidade”. O distanciamento causado pela modernidade e o aumento da depressão das pessoas com a solidão instaurada. O distanciamento dos amigos, dos amantes, da família, a falta de tolerância uns para com os outros e as consequências geradas. Tema bastante abrangente.
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Observo alguns desses pontos em certos comportamentos que me indignam com veemência. Costumo dizer que a internet é um mau necessário: ela aproxima quem está longe e distancia quem está perto. Depois do advento da internet e do msn as pessoas não conversam mais pessoalmente. Não se abraçam mais, não se beijam mais. Outro dia conversava com minha amiga She-ra e ela me contava que em sua casa ela conversa com a irmã (no andar de cima) através do msn; cada uma em seu notebook e em seu quarto. (oi?) É serio! Ela mesma concluiu que isso é (a)normal hoje em dia.
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Acho uma imensa falta de respeito pessoas que ficam conversando ao telefone ou ao celular enquanto outras esperam pacientemente para serem atendidas ou ouvidas. Trabalho diariamente com pessoas e há aquelas que preferem resolver tudo pessoalmente, cara a cara, olho no olho. Gosto de gente assim. Dou prioridade. Se me procuram no trabalho para resolver qualquer coisa e o telefone toca, peço para deixar o número de telefone para retorno, ou peço para perguntar se é algo urgente. Se for urgente, peço licença e procuro atender, mas priorizo quem se despencou de sua zona de conforto para ir em busca de ajuda ou de uma solução para o que se deseja. O mesmo tratamento dispenso aos meus amigos, à minha família e qualquer um que mereça.
Outro dia minha irmã foi me visitar. Falava ao celular quando ela bateu à porta e a pessoa com quem conversava se aborreceu porque eu disse que precisava desligar para atendê-la. Detalhe: conversávamos futilidades! (Oi?) É o umbigo do mundo é??? Ahhhhhhh, pelamordedeus! Faz um menos que eu pago à vista! Carência do cão é essa?! Preciso desligar, darling. Por telefone, conversamos a qualquer hora. Humpf...
Agora vejam só! Se queria conversar tanto, por que não fez o mesmo? Se era tão importante ser prioridade, por que não agiu com prioridade? Na-na-ni-na-não. Sou chata pra certas coisas. Basta saber que não tenho twitter, nem facebook (ok, ainda não tenho opinião formada sobre isso) e adoro cartas manuscritas e bilhetes. Tá! Um e-mail já me faz feliz, mas a presença física para mim ainda é especial.
Agora avaliem?! A pobre coitada da minha irmã chega em minha casa, com um sorriso enorme no rosto, doida pra me dar o “velho abraço”, cansada da ladeira, suada, com sede e eu ficar lá, com minha cara insossa no celular, fazendo de contas que foi um cachorro que chegou?? “Ahh, isso eu faço não, quero não, gosto não, mamãe me ensinou isso não..., não, não, não..., não quero não...”

quarta-feira, 16 de março de 2011

É grave a crise!

Confesso que chorei à noite. Rolei de um lado para o outro. Custei a dormir. Levantei agora com um burro montado nas costas e areia nos olhos. Pior é que nem posso cabular o trabalho e ficar em casa dormindo. Inventar uma desculpa, uma dor de barriga, uma dor de dente, uma dor na unha, sei lá. Meus chefes e meus colegas de trabalho leem meu blog. E é claro que praticamente TUDO eu relato no blog. Redes Sociais, my dear... Já falei sobre isso. rs

Se vacilar, quando eu chegar ao trabalho, me perguntarão o motivo da minha insônia. Pois antes que me perguntem, o motivo foi saudade. A saudade é uma josta!

Mas vou dar jeito nisso. Não sou mulher de passar vontade. Botem fé!

A-pois!

terça-feira, 15 de março de 2011

Ia esquecendo...

Cheguei há pouco de Medrado. Foi legal, proveitoso. Pretendo escrever sobre o que aprendi hoje, mas não agora. Estou cansada, com preguiça e com saudade de Morfeu. Vou hibernar. Amanhã, quem sabe?

Aos poucos estou recobrando a consciência.

Sabe lá?

O que é não ter e ter que ter pra dar?

segunda-feira, 14 de março de 2011

Inauguração (desastrosa) do microondas.

E quer saber do que mais? Inaugurei meu microondas. Queimei os pãezinhos de queijo, confesso, mas inaugurei. Ai que ó-deo! Estava na maior vontade de comer pão de queijo. A casa está pura fumaça. A vizinha apareceu assustada para ver do que se tratava. É uma fumaceira só. Fogo na Babilônia!!!
Não podemos ser 100% em tudo, não é mesmo? É a marvada da enxaqueca que está me deixando lelé.

Então é 2011!

Agora que 2011 efetivamente começa, entro o ano com uma enxaqueca filha da puta, daquelas de meter a cabeça na parede. Minha amiga disse que é abstinência sexual. (Oi?) Tss, tss...
Aliás, estou com enxaqueca desde ontem. Ou desde anteontem? Não sei. Só sei que estou assim. Sou a enxaqueca em pessoa. Meu nome é enxaqueca. Alguém tem uma gillette aí, plis??

quinta-feira, 10 de março de 2011

Botando ordem no Cafofo.

O microondas saiu da lista de metas e virou realidade. No momento ele encontra-se bem bonito abrilhantando a minha cozinha. Estimo uma melhora aparente na otimização do meu tempo.
A torneira da pia do banheiro também foi trocada por uma novinha em folha e de quebra consertei também a torneira da máquina de lavar roupas. Ambas estavam fazendo aniversário. Aproveitei e troquei as lâmpadas incandescentes por lâmpadas fluorescentes. Pretendo obter uma redução considerável de energia. Também troquei a lampadazinha pequenininha do “olho de boi” do gesso, que jazia há um bom tempo. O meu quarto que estava sem iluminação, ganhou um abajur e um bocal novo e o vasilhame de 20 litros que gerava sempre aborrecimento e sofrimento (Mestre dos Magos era quem me ajudava a trocar) encontrei a solução: resolvi comprar um filtro desses de parede e acabar com o suplício.  
Falta a antena externa e trocar as telhas que estão quebradas para pintar o apartamento. Mas já fiz os cálculos e elaborei a logística. Por ora acho que é isso, mas este mês resolvo essas pendências.
Percebi que não posso parar. Minha vida é como andar de bicicleta: se eu parar de pedalar, eu caio. Portanto não posso ficar esperando nada de ninguém. Simplesmente ninguém está disposto. Então, “é nóis!” Formô?!
Eu me amo! Acho que vou casar comigo e ser feliz para sempre!

quarta-feira, 9 de março de 2011

Quarta-feira de Cinzas.

Não há nome mais original. Diretamente proporcional com meu estado físico.

Não tenho forças para manter-me sentada, quisá escrever. Estou só a capa do Batman. Só o esboço!

Perdoem-me meus diletos leitores. Espero mais disposição amanhã.

Finalmente acabou!!

Então. Acabou o carnaval.

Estou aqui de bobeira esperando uma lasanha esquentar pra comer e ir dormir. Amanhã (digo, hoje) não tenho hora pra acordar. Meu celular estará desligado por causa dos inconvenientes. 

Eu nem quero saber se o pato é macho, quero mais é dormir!

Quando resolver acordar relato os fatos de ontem.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Relatório (não tão) pormenorizado - Parte IV.

Cheguei tranquilamente ao posto, mas confesso que estava exaurida. O dia de hoje foi ainda mais tranquilo e as estatísticas devem comprovar que este carnaval surpreendeu não só a mim positivamente. Não há muito que relatar. Acho até que quatro dias foram suficientes para virar rotina. Não vejo a hora de acabar.
Exceto pelos colegas que conheci, pelos amigos que fiz e pelas resenhas engraçadas, não sentirei muita saudade.
Ainda há pouco cheguei em casa, joguei a  bolsa no sofá, tomei um banho e estou aqui deitada. Meus pés doem, minha coluna dói, meu pescoço dói, minha cabeça dói... Aff! Estou só o esboço.
Só queria uma massagem e um colinho... Snif. L

Indo à luta.

Saindo agora. Como é difícil abandonar minha caminha gostosinha. Ai que soninho...

domingo, 6 de março de 2011

Relatório pormenorizado - Parte III.

Hoje saí ainda mais cedo de casa. Peguei um engarrafamento tenebroso na Garibaldi, sentido Ondina. Uma confusão. Gente dormindo pelas calçadas, taxistas correndo em busca de passageiros, mototaxistas subindo pelos canteiros, bêbados solitários e lixo, muito lixo. A visão do inferno, eu diria.
Fui cortando caminho ouvindo Jau e consegui chegar ao posto sete minutinhos atrasada. O dia foi tranquilo. Passei a manhã praticamente acompanhando o trabalho dos outros segmentos: guarda municipal, garis, empresas particulares de limpeza, etc. Não houve ocorrências sérias, apenas perda de documentos, furtos simples e mulheres à procura de seus respectivos. Cada hora aparecia uma com a mesma história: “Meu marido (namorado ou noivo) desapareceu e eu vim saber se ele está preso aqui”? Ôh minha senhora, quarta-feira de cinzas ele aparece! Era o que todos tínhamos vontade de dizer, rs. Mulher é um bichinho inocente, né? Humpf...
Já no final do plantão, surgiu um caso triste. Um rapaz, visivelmente distinto, bem vestido, com sua namorada e um casal de amigos, fora surpreendido pelos policiais portando um pó branco, supostamente cocaína. Conduzido ao posto, aparentemente envergonhado, comentou que havia ganhado a droga de um “amigo” e que era recém-usuário. Havia “experimentado o pó” há apenas três semanas. Uma cena triste. A namorada chorava desolada. Ele mesmo confessou que ela não sabia da existência da droga. Não podemos avaliar o que é verdade. O fato é que é decadente, ver um jovem, com trabalho, família, uma namorada jovem, bonita, se envolver com uma porcaria dessa. Azar ou sorte, como comentaram os próprios policiais que o conduziram, serviu de lição para que ele avalie a bobagem que fez e deixe essa vida, antes que a vida resolva o deixar.
Não sei, mas fiquei meio down com o episódio e vim pra casa. Havia até recebido o convite de um colega pra ficar num camarote 0800, mas declinei.
Pois é. Minha vida social frenética não anda mais a mesma. Estou quase pendurando os capacetes, rs.

sábado, 5 de março de 2011

Relatório pormenorizado - Parte II.

Mesmo exausta não poderia deixar de relatar o melhor da festa, além, é claro, do meu almoço "a cara da riqueza" com meus amigos Ana e Hamilton no Restaurante Maria Bonita em Ondina (eu recomendo). Foi o show de guitarra que Luis Caldas deu para os foliões no final do circuito Dodô. Foi show!

Críticas à parte, o cara tem talento. Pai ou não do Axé Music, ele mostrou total habilidade com as cordas e jogou nada mais, nada menos que o meu bom e velho Pink Floyd!

Não acreditam?? Pois é a "vera", como dizia meu amigo da Choque. É a vera!

Eu simplesmente amei. Gosto de Pink Floyd até debaixo d'água.

Definitivamente, essas coisas só acontecem comigo! Rá.

Amanhã tem mais.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Relatório pormenorizado - Parte I.

Hoje foi meu primeiro dia de trabalho na festa de Momo e olha que entre o “sagrado e o profano”, hoje eu vi de tudo! E isso é porque felizmente eu ainda fiquei em um local estratégico, longe da muvuca eventual e do agito intenso do sobe e desce dos transeuntes. Além disso, meus sensíveis ouvidos foram poupados de ouvir incessantemente (e à minha revelia) as mesmas músicas repetidas por todos os trios elétricos sem parcimônia.
Se bem que eu estava até preparada, pois sabia que não poderia manter-me indiferente, uma vez estando em pleno “circuito do carnaval”. Contudo, Deus na sua imensa generosidade, me poupou desse castigo me presenteando com um posto maravilhoso com direito a estacionamento privativo, sanitários femininos exclusivos (embora químicos) e uma equipe altamente comprometida e afinada. O lanche estava ótimo, o ar condicionado na temperatura ideal e a conversa especialmente agradável. Ri à beça com cada figura e até os conduzidos, estavam muitíssimo engraçados. Foi o dia dos risos.
Trabalhei tão feliz e em harmonia, que doze horas passaram rapidinho. Estava até com gás para dar uma esticadinha, mas preferi vir pra casa, tomar um bom banho e relaxar, pois continuo resfriada. Sorte ou azar, eu não sei. Contudo, comunico a quem interessar possa que já fui acometida no "pré-carnaval" pela gripe da “Mulher Maravilha”. Deixo, portanto, meus sinceros pêsames aos kamikazes da avenida, que deverão sentir os efeitos nocivos do hit do verão da banda Leva Nóiz, que deverá, certamente, ganhar alcunha de virose pós-carnaval dada pelos meus colegas profissionais da Secretaria de Saúde do Estado da Bahia. Duvidam? Então aguardem.

quinta-feira, 3 de março de 2011

Esse papo já tá "Qualquer Coisa"...

Minha amiga Honey liga de Sampa:

- Cleo, saudade. Tentei falar contigo ontem feito louca. Seu celular só dava caixa.
MOTIVO DO CELULAR DESLIGADO:
Mais uma vez, "O finado" (trololó e supostamente bêbado) resolve dar surto de arrependimento e me telefona com essa:

- Cleane, você foi a melhor coisa que aconteceu em minha vida e eu, burro, deixei escapar... (Oi?)
Êitcha Caetano..., "você já tá pra lá de Marraqueche"...

Fosse por não ter sido considerada “coisa”, teria até ficado felizinha.

Pré-carnaval...

Eu já estou em casa.
Lá-lá-lá-lá.

Meu chefe me "liberô-ô."
Lá-lá-lá-lá.

E a Policia Civil está em greve!
Lá-lá-lá-lá.

E a-go-ra? Como vai ficar meu posto amanhã-ãã??
Lá-lá-lá-lá.

Ai minha  "Nossa Senhora Protetora dos Momos"...

quarta-feira, 2 de março de 2011

Ato falho.

Havia marcado com minhas amigas do trabalho uma incursão à Barra. Ontem cabulei o Chupisco e hoje deveria encontrar minhas comparsas, para marcar tradição no Gravata Doida. Aliás, fiquei sabendo que este ano são 13 blocos de fanfarra desfilando nas imediações do Farol da Barra, mas eu não vou poder ir. Ano passado hora dessa eu já estava lá “abrindo os trabalhos”, mas este ano, pela enésima vez, estou com a garganta inflamada e à base de antibióticos. Ninguém merece, não é?
Pois é. O imprevisto não pede vaga em agenda.

terça-feira, 1 de março de 2011

Cor de rosa!!!

Que tal? Gostaram??

Até este "Cafofo Virtual" merece uma roupinha nova pro Carnaval, né? Além do mais, quero que março comece assim: "cor de rosa."

Para os que não gostaram do pink, não fiquem tristinhos... estarei inovando a partir de hoje (ah, e aceito sugestões!). 

Gostei de brincar de colorir. rs

;-)